quinta-feira, 2 de julho de 2009






Dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe... Cruzeiro! Ê ô!

Wellington Paulista marca duas vezes e ratifica vaga celeste na luta pelo terceiro título da Taça Libertadores, contra o Estudiantes. Ao Tricolor gaúcho só resta cantar para os males espantar



Deu Cruzeiro. É o time mineiro que será o responsável por representar o Brasil na final da Taça Libertadores da América, contra os argentinos do Estudiantes, nos dias 8 e 15 de julho. O clube de Belo Horizonte empatou com o Grêmio em 2 a 2 na noite desta quinta-feira, no estádio Olímpico, em Porto Alegre, depois de vencer a partida de ida por 3 a 1, no Mineirão. Agora, a Raposa vai em busca do tricampeonato da competição – já levantou o caneco em 1976 e 1997.

No ano do bicampeonato, por coincidência, o Cruzeiro também eliminou o Tricolor Gaúcho durante a campanha. Só que foi nas quartas-de-final. Na ocasião, o técnico celeste era Paulo Autuori, agora no clube gaúcho. Outra curiosidade é que Wellington Paulista, autor dos dois gols mineiros, esteve para se transferir para o Olímpico. Depois de estar bem perto de assinar, no entanto, ele optou pela Toca.

A presença de um time brasileiro na decisão da Libertadores tem se tornado praxe nos últimos anos. Desde 2005 é assim. Naquele ano, o campeão São Paulo venceu o também brasileiro Atlético-PR. No ano seguinte, o time do Morumbi perdeu do compatriota Internacional. Em 2007, o Grêmio foi vice do Boca Juniors, feito repetido pelo Fluminense, derrotado pela LDU ano passado.

Pressão do Grêmio para na eficiência celeste

A torcida do Grêmio fez a sua parte. Lotou o estádio Olímpico, cantou efusivamente antes do jogo e explodiu de emoção com a entrada do time em campo. Contagiados por esse clima, os jogadores tricolores foram para cima do Cruzeiro logo no primeiro minuto. Fábio Santos cruzou para Herrera cabecear. Mas o argentino fez falta.

Por um momento, a equipe mineira se perdeu em campo, assustada com o ímpeto ofensivo dos gaúchos. Aos quatro minutos, por exemplo, Ramires deu passe errado no meio-campo e colocou Souza em ótima condição. O goleiro Fábio, porém, foi mais esperto e saiu do gol com os pés para afastar o perigo.

O Cruzeiro parecia cada vez mais nervoso, e aos 11 minutos um novo erro celeste permitiu uma boa jogada de ataque do Grêmio. Wagner perdeu a bola no meio-campo e Souza lançou Maxi López, que avançou no contra-ataque, se livrou de um marcador e chutou por cima do gol defendido por Fábio.

Dos 19 aos 23 minutos, a pressão gremista foi intensa, sufocante. Tudo começou com Souza. O meia cobrou falta para área e a zaga da Raposa afastou. Na cobrança do escanteio, Herrera acabou ficando com sobra e chutando da pequena área. A defesa novamente salvou. Tcheco então cruzou para Maxi López cabecear rente ao travessão.

O último lance de perigo desse bom momento gaúcho foi aos 23. Herrera fez ótimo lançamento para Tcheco na esquerda, e o meia cruzou para Fábio Santos, mas o lateral chutou mal, por cima do gol. Aos 28, muita reclamação. Leonardo Silva agarrou Herrera na grande área, pênalti que o colombiano Oscar Ruiz nada marcou.

Seria a chance de o Grêmio iniciar a sua reação, porque o Cruzeiro seria fatal logo em seguida. Após conseguir esfriar o jogo do adversário, a equipe mineira conseguiu abrir o placar em ótima jogada de Kléber. O atacante recebeu de Jonathan após lateral e cruzou para Wellington Paulista marcar aos 34.


O próprio Wellington Paulista foi o responsável por melhorar ainda mais a condição do time mineiro na partida. E apenas dois minutos depois. Depois de cruzamento de Jonathan da direita, o atacante aproveitou vacilo da defesa tricolor e, em posição legal, cabeceou sem chances para o goleiro Victor. A partir daí, o Grêmio precisaria de cinco gols.

Quarenta e cinco minutos finais de um jogo decidido

A necessidade de fazer cinco gols no segundo tempo deixou os gremistas nervosos em campo. Cada troca de passes envolvente do Cruzeiro era interrompida por uma falta. Equilibrado e tranquilo, o time de Adilson Batista não se abateu nem com a perda do seu melhor zagueiro. Antes dos cinco minutos, Leonardo Silva machucou o tornozelo esquerdo e não conseguiu voltar. Anderson, único defensor à disposição no banco, o substituiu.

A torcida tricolor percebeu que o time só encontraria um rumo se recebesse apoio. E foi o que aconteceu. Aos sete, Herrera recebeu lançamento na ponta direita, invadiu a área em velocidade e bateu cruzado. Fábio defendeu com um tapa e desviou pela linha de fundo. A partir deste lance o Grêmio viu na bola aérea o caminho mais curto para tentar um virada histórica. O começo foi bom. Tcheco cobrou escanteio, Réver subiu no meio da zaga adversária e acertou o canto esquerdo de Fábio, aos nove. A avalanche voltou a ganhar força na geral do estádio Olímpico: 2 a 1.

O gol dos donos da casa trouxe ânimo, mas como a pressão não se transformou em bola na rede, a vontade passou da conta. Aos 14, Wagner puxava contra-ataque perigoso e foi violentamente atingido pelo volante Adilson. O jogador recebeu cartão vermelho direto de Oscar Ruiz, deixando o campo batendo no peito e aplaudido pela torcida.

Com um homem a menos, o Grêmio parou de atacar por pelo menos dez minutos e permitiu que o adversário tocasse a bola e fizesse o tempo passar. Adilson Batista promoveu alterações. Sacou Gerson Magrão para a entrada do volante Elicarlos, enquanto Wellington Paulista deu lugar a Thiago Ribeiro.

O Imortal não desistiu de buscar um milagre. Aos 29, Fábio Santos recebeu na entrada da área, teve a chance de chutar, mas preferiu tocar para Souza. O camisa 8 dominou, olhou o posicionamento de Fábio e acertou o canto esquerdo do goleiro: 2 a 2 com direito a golaço e Olímpico em chamas. Mas não foi suficiente. Além de um forte Cruzeiro, os gaúchos tinham o relógio como adversário impiedoso. A cor do Brasil na final da Libertadores é o azul celeste

sábado, 27 de junho de 2009

Brasileiros exaltam trabalho de Joel


A África do Sul perdeu, mas Joel Santana deixou o estádio com um sorriso no rosto. Tranquilo, o técnico sabe que sua equipe fez tudo que podia para vencer o Brasil e quase eliminou o time de Dunga da Copa das Confederações : o gol de Daniel Alves só saiu aos 42 do segundo tempo. Após a partida, o técnico foi elogiado pelos jogadores brasileiros.

Assim que o árbitro apitou o final do jogo, alguns atletas de Dunga foram parabenizar Joel pela atuação dos sul-africanos na semifinal. Depois, na área de entrevistas, Julio César deu um longo abraço no treinador.

- O Joel mentiu um pouco, falou que o time dele ia para cima da gente, mas na verdade ficou esperando e explorando contra-ataques. Os sul-africanos são fortes, correm bem – disse o goleiro.

O ex-técnico do Flamengo conseguiu surpreender a seleção com uma defesa forte e um ataque perigoso, que assustou Julio César várias vezes. Os donos da casa deram 14 chutes contra o gol brasileiro.

- Ele se defendeu bem e saiu no contra-ataque. Eu, Robinho e Luis Fabiano tivemos marcação individual, isso dificulta, pois temos que fazer um jogo tático para dar movimentação a outros jogadores. Isso cria um desgaste grande. Parabéns para o Joel e parabéns para a seleção - afirmou Kaká.

O esquema tático montado pelo brasileiro nos “Bafana Bafana” foi o ponto mais elogiado pelo time de Dunga.

- Quando ficavam sem a bola, a equipe deles tinha 11 atrás da linha do meio. Eles marcaram muito bem. O Joel colocou o time muito bem postado em campo. Eles estão de parabéns. Não foi o Brasil que jogou mal. A África do Sul é que jogou bem – analisou Ramires.

A seleção brasileira encara agora os Estados Unidos na decisão, domingo, no Ellis Park, às 15h30m (de Brasília), com transmissão ao vivo no GLOBOESPORTE.COM.

Morte de Michael Jackson ofusca a Copa das Confederações na África do Sul


A capa do jornal "The Star" retrata bem a linha dos jornais sul-africanos nesta sexta-feira. Todos dão destaque na capa a morte do cantor americano Michael Jackson, que faleceu aos 50 anos momentos após a vitória por 1 a 0 da seleção brasileira sobre a África do Sul pela semifinal da Copa das Confederações. A partida ficou em segundo plano.

A publicação também diz que o Brasil conquistou uma vitória suada e que os sul-africanos ficaram com o ‘coração partido’.

Feira Missionaria "EM BREVE"



Estara Ocorrendo nos dias 17,18,19 de julho a II Feira missonaria, Coracao Adorador in Concert.

Estara sendo na dependencias do novo templo da 4igreja presbiteriana Renovada, situada na rua Coronel Roberto soares esq/ com rua dos estudantes, bairro vila bretas.

Voce nao pode perder, teremos a presenca do Pr. Lucio Barreto(igreja batista getsemani, BH), grupo de danca manancial, teremos tbm banda Vhersus e a banda Terceiro dia, a orquestra e coral da assembleia de Deus do Pr. Salatiel Fidelis.

voce sera muito bem recebido por nos..! venha nao perca essa oportunidade!

Tera varias stands de paises que sofrem por perseguicao pelo envangelho!

Obrigado, Esdras Carlos...
te espero la.

‘Risco Libertadores’ não preocupa Adilson: ‘Vou terminar o trabalho até o fim do ano’


Técnico diz que vai continuar no cargo, independente do resultado do time na competição continental

Ao mesmo tempo em que está a uma partida da decisão da Taça Libertadores, o técnico Adilson Batista quer evitar que o Cruzeiro se distancie dos líderes do Brasileirão. A campanha do time até aqui não é das mais animadoras. Em sete jogos, foram quatro derrotas, duas vitórias e um empate. Na tabela do Nacional, aparece apenas na 15ª posição, com sete pontos. Chegou o momento da temporada em que o treinador é obrigado a priorizar a competição continental, que é o objetivo maior do planejamento do clube para a temporada. O comandante celeste trabalha para alcançar a meta, mas diz que está preparado caso algo saia dos trilhos na busca pelo tri da América e seja preciso correr atrás do prejuízo no Brasileiro. É o “Risco Libertadores”.

- É um risco que qualquer um gostaria de ter (risos). Nem deveria falar isso, pois quem manda aqui é o Zezé (Perrella, presidente do Cruzeiro), mas o torcedor pode ficar tranquilo que, independente de qualquer situação, vou terminar o trabalho até o fim do ano – assegurou.

O treinador acredita que a campanha do Cruzeiro no Brasileirão poderia ser melhor, não fosse a série de lesões que afeta o grupo. O departamento médico do clube trata atualmente dez jogadores, entre lesões leves, moderadas e graves.

- Estou com um time no departamento médico. São jogadores que incomodariam muito no Brasileiro e na Libertadores – disse.

Neste sábado, às 18h30m (de Brasília), o Cruzeiro recebe o Avaí, no Mineirão, pela oitava rodada. Se vencer, se afasta da zona de rebaixamento. Para este jogo, Adilson relacionou nove atletas da base e decidiu poupar titulares. Na próxima quinta-feira, será a vez de encarar o Grêmio, no segundo jogo da semifinal da Libertadores. Como venceu por 3 a 1 em Belo Horizonte, pode até perder por 1 a 0 que fica com a vaga. Derrota por dois gols de diferença (a partir de 4 a 2) também classifica os mineiros.

‘Risco Libertadores’ não preocupa Adilson: ‘Vou terminar o trabalho até o fim do ano’

Técnico diz que vai continuar no cargo, independente do resultado do time na competição continental